04/09/2019 - 18h43

Procuradora Janaína de Sousa responde ao blog

Por Flávio Lúcio

Recebi da Assessoria de Comunicação do Ministério Público da Paraíba a mensagem abaixo, em resposta ao artigo publicado mais cedo intitulado “Transposição: falta à procuradora Janaína de Sousa empatia com os mais pobres?”

De ordem da procuradora da República no Município de Monteiro (PB), Janaina Andrade, informamos que fatos trazidos no artigo intitulado“Transposição: falta à procuradora Janaína de Sousa empatia com os mais pobres?, veiculado no site http://www.leiaflaviolucio.com.br, não correspondem à realidade.

A procuradora informa, por exemplo, que causa estranheza o trecho – “Relembremos o caso: uma acirrada disputa política e midiática começou quando o então Secretário dos Recursos Hídricos e outras pastas mais, João Azevedo, foi a Campina anunciar o fim do racionamento. Romero Rodrigues e sua tropa de jornalistas entraram em campo, ao lado de defensores públicos, ‘técnicos’ e a procuradora Janaína Andrade”.

Ela ressalta que a atuação citada não foi do MPF em Monteiro e não sabe como o autor chegou a essa conclusão. Reforça, ainda, que embora a atuação do MPF para evitar o fim do racionamento tenha sido legítima e com base em dados exclusivamente técnicos, não decorreu de trabalho da Procuradoria da República em Monteiro.

Janaina Andrade, inclusive, disponibiliza, caso o senhor queira, os autos do procedimento que trata do Projeto de Integração do Rio São Francisco (Pisf), no eixo leste, meta 3 L, para conhecimento dos fatos. No entanto, segundo ela, informações sobre fatos que não correspondem à realidade fática não serão prestadas pelo MPF em Monteiro, em respeito à sociedade, que cada vez mais é tomada por difusão de informações que não condizem com o objetivo da transposição do rio São Francisco.

De nossa parte (Assessoria de Comunicação), disponibilizamos a coleção de notícias relativas à atuação do MPF na Paraíba no tocante ao Pisf: http://www.mpf.mp.br/pb/sala-de-imprensa/transposicao-do-rio-sao-francisco/. Vai, ainda, em anexo, ata de reunião na Justiça, ocorrida hoje, sobre segurança das barragens de Poções e Camalaú, no Cariri paraibano – dentro da área de atuação da procuradora Janaina.

Por fim, reiteramos a preocupação do MPF com relação à efetividade do Pisf, especialmente no tocante às questões sociais e ambientais envolvidas no projeto.

Nos colocamos sempre à disposição para dirimir quaisquer dúvidas.

Att,
Ascom (MPF/PB)

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